Saci or noti Saci? itis de cuestióm.

Saravá Sara Vaughan!!
Eis que, ensimesmado em todos os outros, diretamente das cosquinha nascidas do centro do mundo, suavemente favorável mas sempre pelo contrário... hoje é dia do Saci.

E deu que o saci veio do BRICS pra esse dia de hoje. Virou taoísta palestino desdolarizado ele.

Diz que foi conhecer o Sachiping, primo dele lá da China. Trouxe no gorro um tanto de tabule, bifun e vodka balalaica. Veio de drone taoista movido por utopia. Lá conheceu Sachiping , saciloviskaia, saci-mussum mano e sacilóvison (esse é brasileiro mesmo, conheceu num brega ali no Pará). Os primo dos outros cantos. De Vladivostok a Nigéria. Diplomacia sacialista. Gente coisa é outra fina. Anti imperalista pacaraio, graças a Deus. Na sua navezinha descolonial, Mascou coca também lá nos Andes (por eras), e bolou unzinho numa página do Manifesto Comunista em Cuba já na Venezuela.. Pra seu si-mesmo ter dowload ervático da luta das classe. Nisso das plantas até falar com Marx ele falou. Os chacras da Terra tão se alinhando falou o velho alemão. Tava com barba toda, toda cheia de baobás e samaúmas, macaco tatu cutia. Recado das matas direto das barba do velho profeta. Os zóio dele até brilhou onça. Bolchevique de Oxossi. Ossanha é quem disse. É o sacialismo.

Daí pousou. O drone taoista pousou. Pisou na terra Pindorama e transmutou. Metamorfose ambulante, transmutou. virou bicicleta mágica de bambu, movida a rasteira de saci, ar dos ventos, utopia di cun força, as epifania. Ultracósmica. Dai ele veio, serpenteando nas terra brasílis, todo todinho aterrado, Cobra Grande cachimbano as macumba de Bandung pra cima das direita empedernida desses baixo Atlantico aqui. Montado na serpente baique - o vazio do bambu -. botou sua havaina raipe cult e seu poncho da Bolívia, desumbigou-se de ser só muitas coisas e foi tocar jazz com atabaque em plena Praça da Sé, todo ianomâmi. Ser só ele mesmo. Ser montanha rio, planta bem no cocoruto da selva dos prédio. Incorporou Macunaíma, e sambou as geometria do everest sideral, redemuinho dele mesmo. No ápice mais longe de si só que aqui mesmo, saído de todo canto. Até de dentro da pedra do fundo do rio. De dentro do sangue das folha. E pousou bem aqui nesse texto. Nesse silencio em que tu me lês. Eu sou o saci. Epifania saída dos teu olhos

O ponto de mutação. Até que foi pousano mais anuviado, nas brisa.

Pousou pousando, cabeça ainda toda arrudiada de Bayana System , zuera danada,que foi se quietano. Achou melhor desimbicar logo pro Rio Paraitinga, armar descanso. No caminho, jogou umas meleca ortodoxa numas compostera dos povo ecológico. Umas coisa deselegante que num precisa mais. Se foi pela estrada, serelepe, desconjuntado, pura harmonia, contando as pedrinha do céu e mirando as nuvem no chão. Esvaziano e regando as Maria-sem-vergonha na bera da estrada, aquela florzinha poesia das coisa boba. A tarde tava larga feito uma preguiça. Foi se ino até um sítio que encruza acolá. Brinco cu furmiga e cum lambari na bera do arroio. Jabuticaba até. Araticum. Comeu uns quatro tocinho com pamonha e chupou cana assubiano pra aterrar. Virou até musgo de cachuera. pradrento. Ar fresco. Tudo sombreado, troncos e folha. Deu sono. Deslizou pelas pedras e estradinha inha até patrás da horta que tinha num lá do sítio. Dormiu acotocado num pé de couve. Antes de sonhar acordado suspirou fundo que tudo isso era muita coisa e que Deus é sempre mais um tiquin, um arzinho a mais que aquilo tudo, um vazio de nada. Suspirou fuuuuundo indo. Daí que o gorro dai virou a bandeira da wiphala (só faltava essa), e se acocorou-se em si . Dormiu no pé da couve. No fundo tinha uma bambuzal mexeno. Firme e suave feito taichi. O vagaroso mais rápido que tem. Tudo muito levíssimo. Silêncio bom de bambu, pequeno vento vazio. Onde ele nasceu, do nada do bambu. Deu tempo ainda de lembrar do Sacilóvison e não esquecer da Palestina. O nada, o amor e o amor. Dai ele dormiu, suspirado. Virou só o sono ninando de uma criança mesmo. Quietinho quietinho. Tinha uma joaninha perto dele, pousada na couve. tudo repousado em si. Silêncio transcendental. E os olhos abertos do mundo. Bem coisa de saci.


PS: Acho importante deixar registrado que o presente escrito foi todo assoprado por Sacilóvison, primo do Saci meu aqui, ser tapajoara altamente Reginaldo-róssico, todo empricesado de jóias pelas juremas amazônidas das mil e uma noites. Ser vindo das cidades encantadas de muitas e outras paisagens. Das cidades invisíveis. Dos mundos dos sete véus. De dentro da folha. Do sublime prazer. Dos cabarés e das águas. Sacilóvison, caboco safado e muito amoroso. Eros gente bicho espirito. Amém. Salve as folha.


PS2: Saci que e saci nunca termina o terminado. Depois disso tudo ai, descobri que ele saiu postando no instagran que o certo mesmo é arrumar uma gravata borboleta dessas que roda tipo licóptero. Toda vazadinha de cores flicts tipo o Brasil sil sil, améfrico-índio-arábe-portuga com ascendente em Xangrilá asiático. Tipo a gravata florida do poema do Solano Trindade Gravata mil mundos girando por cima e a terra molhada garrada no pé (de batata doce, pé de mandioca...). Arrumar essa gravata e sair por ai tirando self com pé de raiz. Diz o saci que quem disse pra ele fazer isso foi Shiva. Eu hein, saci tá doido ou mentindo. Shiva não existe.

Bruno Simões Gonçalves