Natimorto SANGUE SANGUE SANGUE esse sangue não é meu é sangue do poema que morreu SANGUE SANGUE SANGUE para Assis Valente Guaraná com formicida na mão. Pergunta ao espelho: - Espelho! Sou ou não sou uma formiga? Glup, Glup, Glup... Lamento Lamento muito mas não consigo escrever uma letra que fale daquilo que lamento. Minha literatura é uma farsa meu fogo de hétero minha conta bancária o todo em mim é farsa todo meu ser é composto de eu menos eu EU – EU = Eu sou uma graça.
A morte de um sambista brilhante
Sou Todo Farsa
Cláudio Portella - poeta e contista cearense
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